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4.1
Amostragem e análise do solo
Em
áreas que não necessitam de calagem, a amostragem para fins
de indicação de fertilizantes poderá ser feita logo
após a maturação fisiológica da cultura anterior
àquela que será instalada. Caso haja necessidade de calagem,
a retirada da amostra tem que ser feita de modo a possibilitar que o calcário
esteja incorporado pelo menos três meses antes da semeadura.
Na retirada de amostra do solo, com vistas à caracterização
da fertilidade, o interesse é pela camada arável do solo
que, normalmente, é a mais intensamente alterada, seja por arações
e gradagens, seja pela adição de corretivos, fertilizantes
e restos culturais. A amostragem deverá, portanto, contemplar essa
camada, ou seja, os primeiros 20 cm de profundidade.
No sistema de semeadura direta, indica-se que, sempre que possível,
a amostragem seja realizada em duas profundidades (0-10 e 10-20 cm), com
o objetivo principal de se avaliar a disponibilidade de cálcio
e a variação da acidez entre as duas profundidades.
As indicações de adubação devem ser orientadas
pelos teores dos nutrientes determinados na análise de solo. Na
Tabela 4.1 são apresentados os parâmetros
para a interpretação da análise de solo.
4.2 Acidez do solo
Os nutrientes têm sua disponibilidade determinada por
vários fatores, entre eles o valor do pH, medida da concentração
(atividade) de íons hidrogênio na solução do
solo.
A Fig. 4.1 ilustra
a tendência da disponibilidade dos diversos elementos químicos
às plantas em função do pH do solo. A disponibilidade
varia como conseqüência do aumento da solubilidade dos diversos
compostos na solução do solo.
4.3 Calagem
A determinação da quantidade de calcário
a ser aplicada em uma área é obtida através do método
da elevação do valor da saturação em bases,
que se fundamenta na correlação positiva existente entre
os valores de pH e a porcentagem de saturação em bases.
Segundo este método, na cultura de soja, deve se realizar a calagem
aplicando-se a quantidade necessária para elevar a saturação
de bases a 70%. Sugere-se o valor menor ou igual a 60% de saturação
por bases para decisão da necessidade de calagem, aplicando-se
a quantidade necessária para elevar a saturação por
bases a 70%.
Esta
quantidade é indicada para incorporação com arado
até, no mínimo, 20 cm de profundidade e é calculada
através da seguinte expressão:

em
que:
V1 = valor da saturação das bases trocáveis do solo,
em porcentagem, antes da correção. (V1 = 100 S/T) sendo:
S = Ca2+ + Mg2+ + K+ (cmolc dm-3);
V2 = Valor da saturação de bases trocáveis que se
deseja;
T = capacidade de troca de cátions, T = S + (H+Al3+)(cmolc
dm-3);
f = fator de correção do PRNT do calcário f = 100/PRNT.
Quando
o potássio é expresso em mg dm-3,na análise
do solo, há necessidade de transformar para cmolc dm-3
pela fórmula:
cmolc
dm-3 de K = (0,0026) mg dm-3 de K
4.4 Calagem no sistema de plantio direto
Preferencialmente, antes de iniciar o sistema plantio direto em áreas
sob cultivo convencional, indica-se corrigir integralmente a acidez de
solo, sendo esta etapa fundamental para a adequação do solo
a esse sistema. O corretivo, numa quantidade para atingir a saturação
de bases em 70%, deve ser incorporado, uniformemente, na camada arável
do solo, ou seja, até 20 cm de profundidade.
Após a implementação do plantio direto, os processos
de acidificação do solo irão ocorrer e será
necessário depois de algum tempo a correção da acidez.
Para a identificação da necessidade de calagem, o solo sob
plantio direto, já implantado de maneira correta, deve ser amostrado
na profundidade de 0 a 20 cm, podendo-se aplicar até 1/3 da quantidade
necessária para atingir a saturação de bases em 70%,
a lanço na superfície do solo, pelo menos 6 meses antes
do plantio. Para solos sob plantio direto que já receberam calcário
na superfície, a amostragem do solo deve ser realizada de 0 a 10
e 10 a 20 cm de profundidade. Portanto, em solos que já receberam
calcário em superfície, sugere-se que para o cálculo
da recalagem sejam utilizados os valores médios das duas profundidades,
aplicando-se até 1/3 da calagem indicada.
4.5
Qualidade e uso do calcário
Para que a calagem atinja os objetivos de neutralização
do alumínio trocável e/ou de elevação dos
teores de cálcio e magnésio, algumas condições
básicas devem ser observadas:
- o calcário deverá passar 100% em peneira com malha de
0,3 mm;
- o calcário deverá apresentar teores de CaO + MgO >
38%, dando preferência ao uso de calcário dolomítico
(>12,0% MgO) ou magnesianos (entre 5,1% e 12,0% MgO), em solos com
larga relação Ca/Mg (>3/1);
- na escolha do corretivo, em solos que contenham menos de 0,8 cmolc dm-3
de Mg, deve ser dada preferência para materiais que contenham o
magnésio (calcário dolomítico e ou magnesiano) a
fim de evitar que ocorra um desequilíbrio entre os nutrientes.
Como os calcários dolomíticos encontrados no mercado contém
teores de magnésio elevados, deve-se acompanhar a evolução
dos teores de Ca e Mg no solo e, caso haja desequilíbrio, pode-se
aplicar calcário calcítico (<5,0% MgO) para aumentar
a relação Ca/Mg;
- a má distribuição e/ou a incorporação
muito rasa do calcário, pode causar ou agravar a deficiência
de manganês, resultando em queda de produtividade.
4.6
Correção de acidez subsuperficial
Os
solos do Brasil apresentam problemas de acidez subsuperficial, uma vez
que a incorporação profunda (>20cm) do calcário
nem sempre é possível, ao nível de lavoura. Assim,
camadas mais profundas do solo (abaixo de 35cm ou 40cm) podem continuar
com excesso de alumínio tóxico, mesmo quando tenha sido
efetuada uma calagem considerada adequada. Esse problema, aliado à
baixa capacidade de retenção de água desses solos,
limitam a produtividade, principalmente nas regiões onde é
mais freqüente a ocorrência de veranicos.
Com a aplicação de gesso agrícola, diminui, em menor
tempo, a saturação de alumínio nessas camadas mais
profundas. Desse modo, criam se condições para o sistema
radicular das plantas se aprofundar no solo, e, conseqüentemente,
minimizar o efeito de veranicos. Deve ficar claro, porém, que o
gesso não neutraliza a acidez do solo.
O gesso deve ser utilizado em áreas onde a análise de solo,
na profundidade de 30 cm a 50 cm, indicar a saturação de
alumínio maior que 20% e/ou quando a saturação do
cálcio for menor que 60% (cálculo feito com base na capacidade
de troca efetiva de cátions). A dose de gesso agrícola (15%
de S) a aplicar é de 700, 1200, 2200 e 3200 kg ha-1 para solos
de textura arenosa, média, argilosa e muito argilosa, respectivamente.
O efeito residual destas dosagens, é de no mínimo cinco
anos.
Caso o gesso seja aplicado apenas como fonte de enxofre, a dosagem deve
ser ao redor de 350 kg ha-1 por cultivo.
4.7
Exigências minerais e adubação para a cultura da soja
4.7.1 Exigências minerais
A absorção de nutrientes por uma determinada espécie
vegetal é influenciada por diversos fatores, entre eles as condições
climáticas como chuvas e temperaturas, as diferenças genéticas
entre cultivares de uma mesma espécie, o teor de nutrientes no
solo e dos diversos tratos culturais. Na tabela
4.2, são apresentadas as quantidades médias de nutrientes,
contidos em 1.000 kg de restos culturais de soja e em 1.000 kg de grãos
de soja.
4.7.2 Diagnose foliar
Além da análise do solo, para indicação de
adubação, existe a possibilidade complementar da diagnose
foliar, principalmente para micronu-trientes pois os níveis críticos
destes no solo, apresentados na seção 4.8.4, são
ainda preliminares. Assim, a diagnose foliar apresenta-se como uma ferramenta
complementar na interpretação dos dados de análise
de solo, para fins de indicação de adubos, principalmente
para a próxima safra.
Basicamente, a diagnose foliar consiste em analisar, quimicamente, as
folhas e interpretar os resultados conforme a Tabela
4.3. Os trifólios a serem coletados, sem o pecíolo,
são o terceiro e/ou o quarto, a partir do ápice de, no mínimo,
40 plantas no talhão, no início da floração.
Quando necessário, para evitar a contaminação com
poeira de solo nas folhas, sugere-se que estas sejam mergulhadas em uma
bacia plástica com água, simplesmente para a remoção
de resíduos de poeira e em seguida colocadas para secar à
sombra e após embaladas em sacos de papel (não usar plástico).
4.8
Adubação
4.8.1 Nitrogênio
A soja obtém a maior parte
do nitrogênio que necessita através da fixação
simbiótica que ocorre com bactérias do gênero Bradyrhizobium.
Os procedimentos corretos para a inoculação encontram-se
no capítulo 7.
4.8.2 Fósforo e potássio
As doses de fósforo e potássio são aplicadas de maneira
variável, conforme as classes de teores no solo (Tabela
4.4).
Os resultados de pesquisa com relação às fontes de
fósforo indicam que a dose de adubos fosfatados total (superfosfato
triplo e superfosfato simples) ou parcialmente solúveis (fosfatos
parcialmente acidulados) deve ser calculada levando em consideração
o teor de P2O5 solúvel em água + citrato neutro de amônio.
Cada tonelada de grãos de soja produzida retira do solo 20 kg de
K2O por hectare; assim, para uma produtividade média de 3000 kg
ha-1, devem ser aplicados, pelo menos, 60 kg ha-1 de K2O.
A adubação com potássio, nesses solos, pode ser toda
a lanço antes da semeadura ou mesmo no sulco durante esta operação,
quando em doses inferiores a 80 kg de K2O por hectare, por causa do efeito
salino que doses maiores de KCl podem causar às sementes.
4.8.3
Adubação com enxofre
A absorção desse nutriente, pela planta de soja, é
de 10 kg para cada 1000 kg de grãos produzidos, quantidade esta
que deve ser adicionada anualmente como manutenção, ou seja,
30 kg quando se espera uma produtividade de 3000 kg ha-1 de
grãos.
Para determinar a necessidade correta de S, deve-se fazer a análise
do solo e/ou de folhas, cujos níveis críticos, no solo,
são de 10 mg dm-3 e de 35 mg dm-3 para solos
argilosos e, de 3 mg dm-3 e de 9 mg dm-3 para solos arenosos,
respectivamente às profundidades de 0 a 20 cm e 20 a 40 cm (Sfredo,
Klepker, Ortiz e Oliveira Neto, 2003), e a faixa de suficiência,
nas folhas, é de 2,1 a 4,0 g kg-1 (Tabela
4.3, item 4.7.2). Com a análise do solo efetuada, utilizar
a Tabela 4.5.
Como o S encontra-se com maiores concentrações de 20 a 40
cm, a análise do solo deve ser feita a duas profundidades, de 0
a 20 cm e de 20 a 40 cm. Por isso, a Tabela
4.5 apresenta níveis a essas profundidades.
A análise de folhas deve ser feita, caso haja dúvidas com
a análise do solo.
No mercado, encontram-se algumas fontes de enxofre (S), que são:
gesso agrícola (15% de S), superfosfato simples (12% de S) e “flor
de enxofre” ou enxofre elementar (98 % de S). Além disso, há
várias fórmulas no mercado, em princípio fórmulas
com N-P-K, que contêm S.
4.8.4 Adubação com micronutrientes
Como sugestão para interpretação de micronutrientes
em análises de solo, com os extratores Mehlich I e DTPA e, Boro
(B) pela Água quente, respectivamente, são apresentados
os teores limites para as faixas, baixo, médio e alto (Tabela
4.6).
A indicação da aplicação de doses de micronutrientes
no solo está contida na Tabela 4.7.
Esses elementos, de fontes solúveis ou insolúveis em água,
são aplicados a lanço, desde que o produto satisfaça
a dose indicada. O efeito residual dessa indicação atinge,
pelo menos, um período de cinco anos. Para reaplicação
de qualquer um destes micronutrientes, indica-se a análise foliar
como instrumento indicador. A análise de folhas, para diagnosticar
possíveis deficiências ou toxidez de micronutrientes em soja,
constitui-se em argumento efetivo para correção via adubação
de algum desequilíbrio nutricional (Tabela
4.3). Porém, as correções só se viabilizam
na próxima safra, considerando-se que, para as análises,
a amostragem de folhas é indicada no período da floração,
a partir do qual não é mais possível realizar qualquer
correção de ordem nutricional.
A
aplicação de micronutrientes no sulco de plantio tem sido
bastante utilizada pelos produtores. Nesse caso aplica-se 1/3 da indicação
a lanço por um período de três anos suscessivos.
No caso do Mo e do Co, indica-se a aplicação via sementes
com as doses de 12 a 30 g ha-1 de Mo e 2 a 3 g ha-1
de Co, conforme especificação no rótulo dos produtos
comerciais, devendo estes produtos apresentar alta solubilidade.
4.8.5 Adubação foliar com macro
e micronutrientes
No caso da deficiência de manganês,
constatada através de exame visual, indica-se a aplicação
de 350 g ha-1 de Mn (1,5 kg de MnSO4) diluído em 200
litros de água com 0,5% de uréia.
A aplicação de Co e Mo nas sementes poderá reduzir
a sobrevivência do Bradyrhizobium e, conseqüentemente,
a nodulação e a fixação biológica de
nitrogênio. Nesse caso, a aplicação de Co e Mo, nas
mesmas doses recomendadas via sementes, poderá ser efetuada, em
pulverização foliar entre os estádios V3 e V5. Para
maiores informações consulte o capítulo
7.
Essa prática não é indicada a outros macro ou micronutrientes
para a cultura da soja.
4.9
Sugestões para adubação no arenito de Caiuá
Não
existem informações para a adubação da cultura
da soja no arenito, por não ter sido, esta região, considerada
apta para o cultivo de culturas anuais. Não se indica o cultivo
de culturas anuais em solos com menos de 15% de argila, pois esses solos
arenosos de textura leve são extremamente suscetíveis à
erosão quando expostos à ação das chuvas,
quando do preparo para a semeadura das culturas de grãos.
Quando há boa distribuição de chuvas durante o ano
inteiro, esses solos devem ser cultivados com culturas de cobertura e
proteção para obter grande quantidade de biomassa, cobrindo
o solo e fazendo semeadura direta das culturas de grãos, tanto
no verão quanto no inverno.
Também não existem indicações de adubação
para a soja nesses solos. Assim, foi feita uma extrapolação
das indicações de adubação para a cultura
da soja em areias quartzosas do Brasil Central, como sugestão e
indicação para a região do arenito.
4.9.1
Indicação para a correção da acidez do solo
e estimativa da quantidade de calcário a aplicar
Nos solos de arenito com menos de 20% de argila, ao fazer o
cálculo de correção da acidez pelo método
de saturação de bases (V%), não deve ser ultrapassado
o valor de 50% como valor adequado para a saturação de bases.
Onde:
V1 = [valor da porcentagem de saturação de bases da CTC
(capacidade de troca de cátions) em porcentagem antes da correção]
= 100 S/T, sendo:
S
= Ca2+ + Mg2+ + K+ (cmolc dm-3)
T
= (capacidade de troca de cátions) = S + (H + Al3+)(cmolc
dm-3)
V2 = (valor da saturação de bases trocáveis que se
deseja atingir ao fazer a calagem; este valor é que deve ser de
50% na indicação para o arenito) = 50
f = (fator de correção do PRNT do calcário) = 100/PRNT
Quando esses solos de arenito, com teor de argila menor que 20%, também
apresentam baixo alumínio trocável na camada arável
e mesmo no horizonte B, a quantidade de calcário sugerida para
ser utilizada também pode ser dada pelo maior valor encontrado
pelo cálculo de uma destas duas fórmulas:
NC
(t ha-1) = (2 x Al3+) x f
ou
NC (t ha-1) = [2 - (Ca2+ + Mg2+)] x f
Cálcio,
magnésio e alumínio trocáveis em cmolc dm-3
Deve ser ressaltado, mais uma vez, que os solos arenosos têm uso
agrícola limitado, devido ao fato de apresentarem baixa capacidade
de troca de cátions, baixa capacidade de retenção
de água e grande susceptibilidade à erosão.
A melhor época de aplicação do calcário é
no mês de abril ou antes, se a cultura de verão já
tenha sido colhida: aplicar metade com incorporação profunda
com arado de aiveca ou de disco, e aplicar a outra metade incorporando
com grade pesada e após grade niveladora. Semear cultura de cobertura
que pode ser aveia preta ou outra melhor adaptada à região,
de preferência com crescimento rápido e que feche logo sobre
o solo, para protege-lo na época das chuvas. Na safra de verão,
iniciar a semeadura direta.
4.9.2
Interpretação de teores de fósforo no solo e sugestões
para a adubação
A interpretação dos teores e as sugestões
para adubação com fósforo pode ser efetuada através
das Tabelas 4.8 e 4.9.
Manutenção
de fósforo: na semeadura da soja, aplicar 20 kg.ha-1
de P2O5 para cada 1.000kg de grãos que se espera produzir na área,
quando foi feita a adubação de correção.
4.9.3
Interpretação de teores de potássio no solo e sugestões
para adubação
A interpretação dos teores e as sugestões
para adubação com potássio pode ser efetuada através
da Tabela 4.10.
Manutenção de potássio: na semeadura da soja, aplicar
20kg de K2O para cada 1.000 kg de grãos que se espera produzir.
No caso do arenito fazer a adubação de 1/3 da quantidade
total indicada na semeadura e 2/3 em cobertura, 20 a 30 dias após
a semeadura.
4.9.4
Adubação com enxofre
Consultar
item 4.8.3.
4.10
Adubação fosfatada e potássica para a sucessão
soja-trigo em sistema de semeadura direta em solo Latossolo Roxo
A
prática de semeadura direta confere ao solo um acúmulo de
nutrientes, principalmente o fósforo, devido a baixa mobilização.
Esse fator, aliado a informações quanto aos níveis
críticos de fósforo e potássio no solo para a soja
e trigo, oferecem um conjunto de informações muito importantes
para a definição de quantidades e periodicidade de fertilizantes
a serem usados nesse sistema. Resultados de vários trabalhos realizados
em solos do Estado do Paraná permitem as seguintes indicações,
nas situações em que o cultivo de inveno (trigo, aveia ou
cevada) seja devidamente adubada.
a) A concentração de P no solo para o sistema de sucessão
soja-trigo/aveia/cevada, deverá ser mantido como no mínimo
9,0 mg.dm-3 em função da exigência da cultura
do trigo.
b)
A concentração de K no solo para o sistema de sucessão
soja-trigo/aveia/cevada deverá ser mantida com no mínimo
0,30 cmolc dm-3 em função da exigência
da cultura do trigo.
c) As adubações com P e K podem ser dispensadas para o cultivo
da soja, quando a concentração destes elementos no solo
estiverem acima dos níveis críticos estabelecidos para a
soja de 6,0 mg dm-3 de P e 0,10 cmolc dm-3 de K.
d) Indica-se a análise periódica do solo, de dois em dois
anos, para a devida interpretação e tomada de decisões
quanto à quantidade e à periodicidade das adubações.
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